NOIR, LE LIS

Marca de moda masculina da Le Lis Blanc. Helena Montanarini liderou o projeto de ponta a ponta. Criou conceito, marca, logotipo, definiu o perfil do consumidor, +

Marca de moda masculina da Le Lis Blanc. Helena Montanarini liderou o projeto de ponta a ponta. Criou conceito, marca, logotipo, definiu o perfil do consumidor, desenhou a estratégia de lançamento, dirigiu a equipe de estilistas, coodenou compras nacionais e internacionais. Pensou a decoração e o estilo das lojas, escolheu o arquiteto, os gerentes, os uniformes. Sugeriu a barbearia e a alfaiataria, serviços até então inéditos em lojas masculinas. Definiu o site, as vitrines e os catálogos.
Ou seja, construiu a marca que foi considerada pela Monocle Magazine “the best flagship men’s fashion store in South America”.

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DALVA E DITO

Restaurante de Alex Atala que elevou a cozinha brasileira ao padrão internacional. O conceito foi criado por Helena Montanarini em parceria com o próprio chef e com o +

Restaurante de Alex Atala que elevou a cozinha brasileira ao padrão internacional. O conceito foi criado por Helena Montanarini em parceria com o próprio chef e com o arquiteto Marcelo Rosenbaum. Para compor o ambiente, Helena pesquisou mobiliário, louças, talheres, cristais e objetos usados nas antigas fazendas coloniais mineiras.

Também cuidou das compras, uniformes, música, flores, todos os detalhes.

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CONCEITO:FIRMACASA

Para essa loja de decoração paulistana cheia de personalidade, Helena Montanarini usou as tendências da moda como linguagem para unir móveis, objetos, roupas +

Para essa loja de decoração paulistana cheia de personalidade, Helena Montanarini usou as tendências da moda como linguagem para unir móveis, objetos, roupas e acessórios, criando um espaço onde tudo combina com tudo. Como curadora de estilo, desenvolveu produtos exclusivos em parceria com designers e artesãos brasileiros, e cuidou da pesquisa e compra dos importados.

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CLUBE CHOCOLATE

A primeira concept store brasileira. Reuniu moda, joalheria, floricultura, sex shop, espaço multimídia e restaurante em uma área de 1.800m2 projetada pelo consagrado +

A primeira concept store brasileira. Reuniu moda, joalheria, floricultura, sex shop, espaço multimídia e restaurante em uma área de 1.800m2 projetada pelo consagrado arquiteto Isay Weinfeld e conceito de Giovanne Bianco.

Além da coleção Chocolate, criada e produzida no Brasil, a loja oferecia um mix de marcas masculinas e femininas.

O papel de Helena Montanarini foram vários: direção de estilo, pesquisa de tendências internacionais, curadoria e compra das coleções importadas, acessórios e objetos.

Também criou os uniformes, definiu o perfil da equipe de vendas e estabeleceu uma nova forma de atendimento, mais moderna. Outra inovação foi a maneira dinâmica de expor os produtos, criando constante sensação de movimento e novidade. Corners com produtos inusitados, como frutas e aves raras, também surpreendiam os clientes.

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DASLU HOMEM

Idealizada por Helena Montanarini, a Daslu Homem foi a primeira multimarca de moda masculina de luxo do país, um divisor de águas. A partir dela, o homem brasileiro +

Idealizada por Helena Montanarini, a Daslu Homem foi a primeira multimarca de moda masculina de luxo do país, um divisor de águas. A partir dela, o homem brasileiro mudou seu comportamento em relação à roupa: começou a se interessar e a entender de moda. Mais importante: passou a escolher e a comprar as próprias roupas, até então um papel quase que exclusivamente feminino.

Helena foi multitarefa: criou o conceito (uma espécie de club), definiu o mix de marcas importadas (mais de 60!), implementou a loja, cuidou das compras, do marketing, da divulgação e montou uma equipe de vendas diferenciada.

Como diretora de estilo, lançou a coleção private label, outro case de sucesso. O projeto consolidou seu nome no segmento do lifestyle masculino.

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GIORGIO ARMANI

Em 1988, quando a Vila Romana, líder no mercado de moda masculina, assinou contrato de license com a Giorgio Armani Itália para lançar a marca no Brasil, o país ainda era +

Em 1988, quando a Vila Romana, líder no mercado de moda masculina, assinou contrato de license com a Giorgio Armani Itália para lançar a marca no Brasil, o país ainda era fechado às importações. Não se tratava simplesmente de vender produtos importados, mas de desenvolver e fabricar aqui cada peça de cada coleção, um desafio para a diretora da marca, Helena Montanarini, que respondeu por todo o processo e foi a “ponte” entre o Brasil e Milão: a cada 3 meses, levava todas as peças-piloto para serem aprovadas pessoalmente pelo signore Armani e sua equipe de estilo.

Também cuidou da implementação e abertura de 4 lojas (a primeira em 89), franquias e divulgação da marca.

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